A vovó Regina é uma pessoa especial e muito querida, além de um pouquinho escrava branca...rsrsrsrsrs Ela joga nas 11 e ainda faz parte da comissão técnica. Não existe ninguém como ela. Sabe fazer de tudo, e o que não sabe, ou inventa ou tenta aprender; e geralmente consegue. Também, não sossega enquanto tudo não dá certo. Diogo é seu fã número 1 e vai ter que disputar espaço com o Daniel, mas certamente no coração dela haverá espaço suficiente para seus 2 netinhos queridos: os Bonequinhos 1 e 2. Isso sem falar na filhinha querida...kkkkkkkk, no maridinho pidão e bronquinha e no genrinho amado dono de 3 maravilhosos blusões pretos. Ah, e também a Mimi Chatinha e a Peta Sonsinha. Brincadeirinha. Mas realmente não existe pessoa como ela, sabe cuidar de sua família como ninguém; paparica todo mundo com agrados e está sempre posta e disposta a colaborar. Boas são as nossas madrugadas em claro com o Daniel acordadinho e a gente comendo e futucando o computador. Jogando Mahjong também. É a nossa febre atual. Não sossegamos enquanto não vencemos um mosaico. E haja paciência para tentar. Sinto saudades da minha avó, mas quando ela é muito grande é só olhar pra minha mãe que dá uma amenizada. Ela dorme como ela e, atualmente, até anda igualzinha... São duas pessoas, mesmo a minha avó já estando num lugar mais especial, foras de série. Minha avó fez todas as minhas fantasias de criança, desde as do carnaval até as das festas de fim de ano no Colégio Pequeno C.E.U.. Pena não ter foto da mais famosa...ai que falta fazia uma digital naquela época, a da Pantera Cor de Rosa. Imaginem euzinha aqui fantasiada de pantera e ainda tendo que rodar aquele rabo cheio de algodão...um sucesso! Mas eu sempre fui assim: participava de tudo nas escolas. Lundu, maculelê, copa do mundo, bandinha, dança portuguesa (ai, isso me lembra o André, um garoto que em todas as festas em que dançávamos nós éramos par um do outro. E vinha ele com aquela risadinha...hihihihi), macumba, e a melhor de todas - a festa junina do CICM - onde eu e a Andrea Garcez éramos par todos os anos, sendo eu o homem. Mas era bom demais!!!!! Depois que descobri que dançar como homem nas festas juninas era tão divertido, nem disputava vaga para ser menina. Homens estavam falta para a dança. Até hoje faltam homens, mas isso já é papo para outro blog, pessoal.
domingo, 2 de setembro de 2007
A vovó Regina é uma pessoa especial e muito querida, além de um pouquinho escrava branca...rsrsrsrsrs Ela joga nas 11 e ainda faz parte da comissão técnica. Não existe ninguém como ela. Sabe fazer de tudo, e o que não sabe, ou inventa ou tenta aprender; e geralmente consegue. Também, não sossega enquanto tudo não dá certo. Diogo é seu fã número 1 e vai ter que disputar espaço com o Daniel, mas certamente no coração dela haverá espaço suficiente para seus 2 netinhos queridos: os Bonequinhos 1 e 2. Isso sem falar na filhinha querida...kkkkkkkk, no maridinho pidão e bronquinha e no genrinho amado dono de 3 maravilhosos blusões pretos. Ah, e também a Mimi Chatinha e a Peta Sonsinha. Brincadeirinha. Mas realmente não existe pessoa como ela, sabe cuidar de sua família como ninguém; paparica todo mundo com agrados e está sempre posta e disposta a colaborar. Boas são as nossas madrugadas em claro com o Daniel acordadinho e a gente comendo e futucando o computador. Jogando Mahjong também. É a nossa febre atual. Não sossegamos enquanto não vencemos um mosaico. E haja paciência para tentar. Sinto saudades da minha avó, mas quando ela é muito grande é só olhar pra minha mãe que dá uma amenizada. Ela dorme como ela e, atualmente, até anda igualzinha... São duas pessoas, mesmo a minha avó já estando num lugar mais especial, foras de série. Minha avó fez todas as minhas fantasias de criança, desde as do carnaval até as das festas de fim de ano no Colégio Pequeno C.E.U.. Pena não ter foto da mais famosa...ai que falta fazia uma digital naquela época, a da Pantera Cor de Rosa. Imaginem euzinha aqui fantasiada de pantera e ainda tendo que rodar aquele rabo cheio de algodão...um sucesso! Mas eu sempre fui assim: participava de tudo nas escolas. Lundu, maculelê, copa do mundo, bandinha, dança portuguesa (ai, isso me lembra o André, um garoto que em todas as festas em que dançávamos nós éramos par um do outro. E vinha ele com aquela risadinha...hihihihi), macumba, e a melhor de todas - a festa junina do CICM - onde eu e a Andrea Garcez éramos par todos os anos, sendo eu o homem. Mas era bom demais!!!!! Depois que descobri que dançar como homem nas festas juninas era tão divertido, nem disputava vaga para ser menina. Homens estavam falta para a dança. Até hoje faltam homens, mas isso já é papo para outro blog, pessoal.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário